AVALIAÇÃO DA FARMACOTERAPIA DE PUÉRPERAS EM ALOJAMENTO CONJUNTO DE UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO
Resumo
A lactância natural constitui a melhor opção nutricional para o recém-nascido, pela superioridade de nutrientes, além de fornecer elementos para a defesa imunológica e ausência de agressão físico-química (Garcia-Montrone& Rose, 1996). Estes mesmos autores verificaram que quanto menor o tempo de amamentação, maior é a incidência de hospitalizações, desnutrição e mortalidade infantil. Assim, deve‑se evitar a interrupção da lactação, quando a lactante precisa de algum tratamento farmacológico. A literatura sugere (Díaz, 1997) suspender o medicamento nos casos em que não for essencial para a saúde da mulher; protelar o tratamento; escolher um fármaco pouco secretado no leite dentro da mesma classe terapêutica; mudar a via de administração, por exemplo, aplicação tópica de corticosteróides, antifúngicos e broncodilatadores na forma de aerossol; evitar a utilização de medicamentos que possuam meia-vida de eliminação curta antes da amamentação.Downloads
Como Citar
Sousa, A. B. de, Pires, V. M., Sakai, M. C., & Costa, M. T. Z. da. (2013). AVALIAÇÃO DA FARMACOTERAPIA DE PUÉRPERAS EM ALOJAMENTO CONJUNTO DE UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO. Infarma - Ciências Farmacêuticas, 19(9/10), 12–16. Recuperado de https://cff.emnuvens.com.br/infarma/article/view/411
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